O último capítulo da Carta aos Romanos contém uma lista enorme de saudações, tanto da parte do Apóstolo Paulo, quanto da de seus colaboradores. Uma das saudações se sobressai: “Saudai também a igreja que está em sua casa.” (Romanos 16:5).
Enquanto durou a influência dos primeiros apóstolos, a Igreja de Cristo funcionou nos lares dos cristãos. Daí o espírito comunitário e amorável que os primeiros cristãos desenvolviam e experimentavam. Daí, também, a ausência de ensinos ou recomendações, no que concerne a templos, eclesiologias, liturgias. As reuniões se concentravam no estudo das Escrituras, nas orações, nos cânticos espirituais, ajuda mútua. Com o passar dos primeiros séculos e com o distanciamento das primeiras coisas, a igreja começou a institucionalizar-se.
É preciso reviver a experiência novotestamentária da “igreja que está em sua casa”. Primeiro por causa da saúde de nossas igrejas, cujas forças se esvaem na construção e na manutenção dos mega templos. Segundo, por causa da saúde de nossas casas, que não sabem mais como hospedar o “corpo de Cristo”. As famílias gastam suas energias na construção e na manutenção das casas concretas, perdendo de vista o espírito dos lares. A necessidade é mútua: as famílias precisam voltar a ser igrejas; as igrejas precisam voltar para as casas.
Deus te abençoe!
Blog, dedicado para pensamentos de cristãos que gostam de escrever e levar a palavra de Deus para os todos os povos, pessoas e nações.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O Mundo não o Conheceu
Ao primeiro capítulo do seu Evangelho, João nos revela o panorama total da criação, a partir dos planos e da ação de Deus, em Cristo. Um dos detalhes que chamam nossa atenção é o potencial de aceitação e o de rejeição com que o Senhor formou o ser humano. O Cristo "estava no mundo e o mundo foi feito por Ele, mas o mundo não O conheceu" (João 1:10).
A história da criação do "novo céu e da nova Terra", tem seu real começo no princípio da criação cósmica, segundo Gênesis. O profundo significado espiritual da criação, entretanto, só alcança sua plena revelação, quando João nos explica que o poder divino por detrás de tudo se chama Cristo - o Cristo encarnado como Jesus.
Pois é exatamente no contexto de Jesus como o Cristo que reside o Evangelho, "a Boa Nova". O fato da rejeição do Criador, a partir das criaturas, isto não foi novidade. A "boa nova", a coisa extraordinária, impensada pelos humanos, encontra-se na magnanimidade do Deus amor, que desenvolveu um sistema de recuperação chamado "adoção de filhos". Efésios, aliás, nos revela que o plano dos filhos adotivos foi bolado "antes da fundação do cosmos". Até a concretização da "nova Terra", o mundo continuará não conhecendo a Cristo. Pela fé, porém, aqueles que O aceitarem como o "Deus conosco", viverão na graça amorável e poderosa do Espírito de Cristo. Apesar do mundo.
Deus te abençoe!
A história da criação do "novo céu e da nova Terra", tem seu real começo no princípio da criação cósmica, segundo Gênesis. O profundo significado espiritual da criação, entretanto, só alcança sua plena revelação, quando João nos explica que o poder divino por detrás de tudo se chama Cristo - o Cristo encarnado como Jesus.
Pois é exatamente no contexto de Jesus como o Cristo que reside o Evangelho, "a Boa Nova". O fato da rejeição do Criador, a partir das criaturas, isto não foi novidade. A "boa nova", a coisa extraordinária, impensada pelos humanos, encontra-se na magnanimidade do Deus amor, que desenvolveu um sistema de recuperação chamado "adoção de filhos". Efésios, aliás, nos revela que o plano dos filhos adotivos foi bolado "antes da fundação do cosmos". Até a concretização da "nova Terra", o mundo continuará não conhecendo a Cristo. Pela fé, porém, aqueles que O aceitarem como o "Deus conosco", viverão na graça amorável e poderosa do Espírito de Cristo. Apesar do mundo.
Deus te abençoe!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Agora Sou Velho
O Salmo 37 descreve muito bem o desapontamento do seguidor do Senhor quando vê, aqui na Terra, a prosperidade material daqueles que nem ligam para Deus. Entretanto, ao fazer um levantamento honesto dos altos e baixos da sua longa vida, declara: "Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência mendigar o pão." (Salmo 37:25).
Provavelmente, o fator importante proposto pelo salmista é o recurso da visão total da perspectiva. Uma coisa é ver uma cena, muito pontual, pela primeira vez. Outra coisa, mais sábia, é situar a tal cena no panorama do passado, levando a sério suas evoluções. Depois de recordar os altos e baixos da sua vida, o salmista agora idoso, faz um levantamento amplo e reconhece ter vivido mais altos do que baixos. Conclusão: "agora, no final da minha vida, sinto-me amparado".
Ser crente não deve significar ser alienado da realidade do dia a dia. Nem, tampouco, não perceber no presente as bênçãos que nos acompanham, desde o passado. É preciso dizer, entretanto, que a sabedoria da idade avançada percebe como "amparo" coisas muito mais profundas do que o apoio material. De qualquer maneira, o testemunho de um idoso que conviveu com o Senhor através dos anos nunca deverá ser ignorado. Agora, sou velho.
Deus te abençoe!
Provavelmente, o fator importante proposto pelo salmista é o recurso da visão total da perspectiva. Uma coisa é ver uma cena, muito pontual, pela primeira vez. Outra coisa, mais sábia, é situar a tal cena no panorama do passado, levando a sério suas evoluções. Depois de recordar os altos e baixos da sua vida, o salmista agora idoso, faz um levantamento amplo e reconhece ter vivido mais altos do que baixos. Conclusão: "agora, no final da minha vida, sinto-me amparado".
Ser crente não deve significar ser alienado da realidade do dia a dia. Nem, tampouco, não perceber no presente as bênçãos que nos acompanham, desde o passado. É preciso dizer, entretanto, que a sabedoria da idade avançada percebe como "amparo" coisas muito mais profundas do que o apoio material. De qualquer maneira, o testemunho de um idoso que conviveu com o Senhor através dos anos nunca deverá ser ignorado. Agora, sou velho.
Deus te abençoe!
domingo, 19 de junho de 2011
Orar...e...orar...
A oração fazia parte da vida cotidiana dos discípulos de Cristo. Pedro e João mantiveram o costume judaico de orar três vezes ao dia (os judeus oravam às 09h00, às 15h00 e no pôr do sol).
Foi em uma dessas ocasiões em que Deus se manifestou com poder, curando um coxo de nascença e chamando a salvação centenas de pessoas. A oração faz isso conosco: ela nos prepara para o serviço cristão e também nos coloca diante de situações diversas, para que o reino de Deus se manifeste com poder, salvando aqueles que ainda não conhecem a Cristo.
Faça como os discípulos de Jesus: ore!
Foi em uma dessas ocasiões em que Deus se manifestou com poder, curando um coxo de nascença e chamando a salvação centenas de pessoas. A oração faz isso conosco: ela nos prepara para o serviço cristão e também nos coloca diante de situações diversas, para que o reino de Deus se manifeste com poder, salvando aqueles que ainda não conhecem a Cristo.
Faça como os discípulos de Jesus: ore!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
O Amor é Benigno
Na relação das qualidades que caracterizam o amor, como dom do Espírito, encontramos: O amor..."é benigno..." (I Coríntios 13:4).
A primeira pergunta que fazemos quando um exame nos revela que temos um tumor é: "ele é benigno?". No imaginário leigo, se o termo benigno é visto como um mal que não tem perigo. Como uma coisa estranha que só fica lá, ocupando espaço. Benigno é bom, porque não contém ameaça de morte. Mesmo assim, apesar da sua aparente inocuidade, se a gente tivesse escolha, não desejaria um tumor benigno.
Para o Apóstolo Paulo, o amor "é benigno". Visto dentro do contexto do ensino apostólico dos dons do Espírito, a benignidade do amor nada possui de estático, quieto, irrelevante. Pelo contrário, o amor é benigno porque causa consequências de benignidade, de salubridade, de equilíbrio. O amor cristão é benfazejo. Ele toma a iniciativa de praticar o bem. Amor benigno é o que causa a bondade, não importa o ambiente, os perigos, as pressões. Diante do sofrimento do próximo, o amor benigno não dá uma de espectador, que pode até lamentar, mas nada contribui para a solução bondosa. Por originar-se no amor de Cristo, o amor cristão nos dá a capacidade de alimentar o bem. O amor é sempre benigno.
Deus te abençoe!
A primeira pergunta que fazemos quando um exame nos revela que temos um tumor é: "ele é benigno?". No imaginário leigo, se o termo benigno é visto como um mal que não tem perigo. Como uma coisa estranha que só fica lá, ocupando espaço. Benigno é bom, porque não contém ameaça de morte. Mesmo assim, apesar da sua aparente inocuidade, se a gente tivesse escolha, não desejaria um tumor benigno.
Para o Apóstolo Paulo, o amor "é benigno". Visto dentro do contexto do ensino apostólico dos dons do Espírito, a benignidade do amor nada possui de estático, quieto, irrelevante. Pelo contrário, o amor é benigno porque causa consequências de benignidade, de salubridade, de equilíbrio. O amor cristão é benfazejo. Ele toma a iniciativa de praticar o bem. Amor benigno é o que causa a bondade, não importa o ambiente, os perigos, as pressões. Diante do sofrimento do próximo, o amor benigno não dá uma de espectador, que pode até lamentar, mas nada contribui para a solução bondosa. Por originar-se no amor de Cristo, o amor cristão nos dá a capacidade de alimentar o bem. O amor é sempre benigno.
Deus te abençoe!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
O Amor é Eterno
Antes mesmo de João ter escrito na Primeira Carta que “Deus é amor”, Paulo antecipou a qualidade divina do amor, quando escreveu “O amor é eterno” (I Coríntios 13:8).
A dimensão eterna do amor ultrapassa, incomparavelmente, a compreensão humana. Nós cristãos somos gente. E gente só compreende as dimensões próprias das estruturas do mundo. Por isso, não só não compreendemos direito as qualidades eternas do Senhor, como também só tocamos superficialmente sua qualidade essencial que é o amor. A Bíblia não diz que o Senhor “tem” amor: ela afirma que o Senhor “é” amor.
Moral da história: todo o folclore humano sobre amor tem que ser desconsiderado. Tipo amor romântico. Amor sentimental. Amor erótico. O amor só é eterno quando doado por Deus e recebido por nós. A Bíblia diz que nós “O amamos, porque Ele nos amou primeiro”. O amor eterno é o Senhor vindo ao nosso encontro, sem nenhum mérito de nossa parte. Amor que dá vida. Amor que transforma. Que vai nos deixando parecidos com Cristo. Amor de qualidade bíblica é o de Cristo. Este amor é eterno.
Deus te abençoe!
A dimensão eterna do amor ultrapassa, incomparavelmente, a compreensão humana. Nós cristãos somos gente. E gente só compreende as dimensões próprias das estruturas do mundo. Por isso, não só não compreendemos direito as qualidades eternas do Senhor, como também só tocamos superficialmente sua qualidade essencial que é o amor. A Bíblia não diz que o Senhor “tem” amor: ela afirma que o Senhor “é” amor.
Moral da história: todo o folclore humano sobre amor tem que ser desconsiderado. Tipo amor romântico. Amor sentimental. Amor erótico. O amor só é eterno quando doado por Deus e recebido por nós. A Bíblia diz que nós “O amamos, porque Ele nos amou primeiro”. O amor eterno é o Senhor vindo ao nosso encontro, sem nenhum mérito de nossa parte. Amor que dá vida. Amor que transforma. Que vai nos deixando parecidos com Cristo. Amor de qualidade bíblica é o de Cristo. Este amor é eterno.
Deus te abençoe!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Aguardando a promessa
O Pai Celestial é um Deus de promessas. A Bíblia sagrada contém centenas de referências onde o Senhor se compromete com Seu povo. Seja pelo ministério dos profetas (no AT) ou através de Cristo (no NT), o Deus Soberano libera promessas para que os que nEle crêem possam caminhar com segurança nos seus dias aqui na terra.
A vinda do Espírito Santo é promessa do Pai (Jl 2.28; Lc 24.49; At 1.5,8). Os discípulos, desejando o cumprimento desta promessa, se propuseram a orar sem cessar (At 1.14). É a oração que nos prepara para recebermos a promessa!
Você está orando?
Deus te abençoe!
A vinda do Espírito Santo é promessa do Pai (Jl 2.28; Lc 24.49; At 1.5,8). Os discípulos, desejando o cumprimento desta promessa, se propuseram a orar sem cessar (At 1.14). É a oração que nos prepara para recebermos a promessa!
Você está orando?
Deus te abençoe!
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